Por que a escola dos seus filhos precisa oferecer uma formação integral?

Para se chegar a essa resposta, é preciso caminhar por outras perguntas. Se uma pessoa é única, se cada aspecto da vida não pode ser visto separadamente – desconsiderando que ela é parte de um corpo, um “todo” –  por que não buscar uma proposta educativa que contemple a formação integral?

Para se chegar à prática da formação integral, é muito importante que a visão da instituição sobre o ser humano seja também integral. Não se está diante de uma parte da pessoa, mas dela toda, do seu passado, presente e futuro. E o itinerário formativo precisa contemplar o corpo, a mente, as competências intelectuais  e todo o seu ser de forma íntegra.

Quando se propõe, por exemplo, “formar pessoas íntegras”, como é o caso da proposta pedagógica do Colégio Everest, estamos diante de um programa que vai além de oferecer uma gama de atividades para os alunos realizarem, mas busca inserir as crianças e os jovens num movimento de protagonismo sobre a própria vida e processos de aprendizagem.

Este componente integrativo da formação é fundamental para o desenvolvimento humano. É como se, sem essa preocupação de cuidar das pessoas de forma íntegra, o caminho para o sucesso de um aluno seja mais difícil de ser percorrido.

As crianças passam, em média, de quatro a seis horas diárias no ambiente escolar. Imagine se este local não traz, nas vivências, ferramentas adequadas para encaminhá-las a uma experiência de maturidade, de resiliência, de superação? Por mais que o conceito da formação integral seja novo ou até mesmo desconhecido, o próprio termo já supõe uma ideia de completude, de desenvolvimento da pessoa de forma completa.

Por que a formação integral encaminha para a liberdade e a responsabilidade?

Formar integralmente uma criança inclui, inevitavelmente, o estímulo da vivência das virtudes como um caminho para a liberdade e a responsabilidade. Aprender as disciplinas formais – português, matemática – é muito importante e todos sabem disso. Mas a proposta não se resume a isso. É preciso ajudar a criança a crescer na vida de virtudes, internalizando valores e construindo uma base sólida dentro de si, permitindo que ela chegue à vida adulta, ao mercado de trabalho, madura e apta para fazer boas escolhas.

A liberdade e a responsabilidade, neste processo, são conceitos inseparáveis e são o fruto deste itinerário porque levam os indivíduos ao respeito pelas escolhas dos outros e o crescimento individual como meta para o serviço, não para viver uma vida fechada em si.

A formação integral ensina sobre a vida, não apenas sobre letras e números. É o valor que será construído e garantirá bons líderes na sociedade, políticos comprometidos com o bem comum, empresários responsáveis pelas pessoas e pelo meio ambiente. É o tipo de educação que envolve o cuidado consigo, com os outros, com o planeta, sempre respeitando os diferentes contextos, os níveis de maturidade e as necessidades de cada um.

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